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IDEIA-ATLÂNTICO CRIA CENTRO DE NEGÓCIOS NO NORTE

Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Inovação apresenta infra-estruturas ímpares de apoio ao desenvolvimento das PME Por natureza, o início de actividade de qualquer empresa é difícil. Sendo este um dos cenários que potenciaram o surgimento do projecto Ideia-Atlântico – Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Inovação do Atlântico, de forma a desenvolver uma “estratégia coerente com os novos desafios e oportunidades, assente numa clara visão de futuro”.

É assim que os promotores do projecto o definem, acrescentando que o Ideia-Atlântico “irá dotar as novas estruturas empresariais das melhores e mais sólidas bases para conseguirem superar o desafio do início”. O projecto de Centro de Negócios e Incubadora de Empresas, no distrito de Braga. Em declarações ao Jornal das PME, Hermenegildo Mota Campos, administrador da nova entidade, explica que este moderno centro de negócios será “um espaço construído de raiz para as actividades económicas empresariais”, com particular destaque para aquelas que assentem em base tecnológica”.

O edifício, cujo projecto de arquitectura é da responsabilidade do gabinete de arquitectura, Ricardo Santos Oliveira, Lda. (RSO), “será suficientemente amplo e flexível para permitir a existência de um número considerável de empresas sedeadas”. Estima-se que o edifício terá capacidade para prestar apoio a mais de cem estruturas empresariais.

O espaço será dotado de qualidade, tanto a nível de envolvente, aspecto exterior, como compartimentação e decoração interior (arquitectura arrojada, moderna e sofisticada, mas funcional). Existirá uma padronização do atendimento, que garantirá a eficiência, o rigor e a isenção dos serviços.

Sob uma orientação contínua e dedicada em exclusivo a monitorizar o atendimento e a prestação de serviços, serão seleccionados recursos humanos especializados, alvo de formação dirigida e assente num plano de gestão da qualidade dos serviços.

“O nosso objectivo é desenvolver um edifício que não existe na região, permitindo a quem criou uma pequena empresa poder desenvolver a sua actividade com condições mais dignas, usufruindo de uma estrutura de apoio que não restrinja o crescimento da empresa”, realçou Hermenegildo Mota Campos. Combate ao risco de insucesso Ao criar e gerir um processo de fomento e sustentação de redes de cooperação, consultoria e formação, o Ideia-Atlântico visa combater o risco do insucesso das empresas nos primeiros três anos de actividade. Um risco aumentado sempre que falarmos de projectos tecnológicos. Segundo Hermenegildo Mota Campos, administrador, “é missão do Ideia-Atlântico promover um ambiente favorável ao fomento de empresas competitivas, com particular destaque para as empresas com perfil tecnológico”.

Das várias áreas de intervenção do Ideia-Atlântico, Hermenegildo Mota Campos destaca:

- a gestão directa da Incubadora de Empresas Inovadoras;

- actuação enquanto agente facilitador de redes de cooperação inter-empresas sedeadas;

- aconselhamento/acompanhamento e orientação do processo de constituição e arranque da empresa beneficiária;

- consultoria dirigida numa vertente tutorial com consultores especializados no acompanhamento dos projectos empresariais;

- disponibilização de serviços de alto valor acrescentado aos beneficiários, nomeadamente na criação de infra-estruturas totalmente adequadas à operacionalização do negócio tecnológico;

- facultar aos beneficiários um espaço físico de actuação, mas igualmente criando uma comunidade virtual de trabalho (VPN e IP fixo), através de Sistema de Comunicação Voz e Dados (sobre IP), permitindo flexibilidade, facilidade e adequação de sistemas de informação em tempo real de forma remota;

- sistemas logísticos de apoio à actividade, desde “netmeeting”, salas de reuniões com sistema de videoconferência e/ou presenciais, formação (em sala e/ou presencial e à distância/e-learning), auditório, show-room, incluindo bases de trabalho, tais como gestão documental, correspondência, reprodução e comunicação (voz, dados); - rede de contactos e informação nacional e internacional;

- disponibilização de uma rede de consultores generalistas e especialistas, com particular destaque para a gestão, área comercial e vendas, qualidade, ambiente e SHST;

- aconselhamento e assessoria técnica a fontes de financiamento via parceiros. Partilha da infra-estrutura de apoio Como Centro de Negócios que se assume, o Ideia-Atlântico apresentará uma verdadeira infra-estrutura de apoio, que partirá de uma partilha de recursos humanos/físicos e tecnológicos e de meios técnicos, sob uma gestão profissionalizada. Serão privilegiadas start-ups com um forte carácter inovador e tecnológico que visem o surgimento de novos produtos, serviços e ou processos associados à tecnologia, inovação e investigação aplicada.

As empresas a incubar poderão ser de qualquer região do país ou mesmo do estrangeiro, dado que o centro de negócios “oferece as condições necessárias para as empresas funcionarem em rede, quer com outros colegas de desenvolvimento, quer com a sede ou outras filiais da empresa, com enorme flexibilidade”.

Localização O centro de incubação Ideia-Atlântico, a entrar em funcionamento em Janeiro de 2008, irá nascer na Variante do Fojo, num espaço próximo à Universidade do Minho.

Ao constatarem a inexistência de qualquer infra-estrutura que cumpra os objectivos a que a incubadora de empresas se propõem, os promotores do projecto consideraram a área do distrito de Braga como zona de intervenção do Ideia-Atlântico. Tendo sempre em consideração os acessos, a localização, a forte implementação de micro e pequenas e médias empresas, bem como empresários em nome individual. A localização desta estrutura, e futuras estruturas também no âmbito deste projecto, está naturalmente inserida junto de centros de saber, como a Universidade do Minho, nos domínios de engenharias, sistemas de informação e comunicação, medicina, etc.) e com boas acessibilidades. As principais valências do projecto implicarão a fixação de quadros jovens e de elevado potencial ao tecido empresarial de cada uma das regiões onde irá criar novos centros de incubação. Para além de Braga, já foi assinado um outro protocolo com a Câmara Municipal de Cascais com o mesmo objectivo.

“A nossa ideia é criar centros de incubação em vários pontos estratégicos para o crescimento de micro, pequenas e médias empresas, não só em Portugal, mas igualmente no estrangeiro. Isto porque o funcionamento em rede oferecido pelo projecto permitirá às empresas uma enorme flexibilidade e perspectivas de internacionalização”, sublinha Hermenegildo Mota Campos.

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Espaços funcionais - Gabinetes / Escritórios dos Utilizadores - Open Space de Empreendedores - Coworking - Escritórios Virtuais; - Salas de Reuniões; - Salas de Formação e Auditório; - Armazéns; - Show-Room/Atrium Central - Centro de Cópias e Secretariado

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Serviços disponíveis - Secretariado, Telefonista e Acompanhamento Contínuo - Equipamento para Apresentações - Serviço de Papelaria/Centro de Cópias e Impressão, Gestão de Documentação - Rede de Voz e Dados e Informática - Sistema de Comunicação de Voz e Dados - Assessoria: Consultoria Técnica de Apoio à Gestão, Jurídica, Design, Apoio Financeiro/Corporate Finance, etc. - Divulgação/Publicidade/Marketing - Página Internet/Portal de Negócios - Show-Room/Átrio Central - Serviço de “Office Boy” - Zona de Cafetaria/Bar - Serviço de Segurança - Serviço de Limpeza - Outros Serviços

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